Cada item abaixo é uma prática real do sistema — não uma promessa genérica. A lógica é sempre a mesma: dar o mínimo de acesso e registrar o que acontece.
- Acesso por papel
- Ninguém vê tudo por padrão. Síndico, conselho, equipe e morador enxergam apenas o que respondem por enxergar, e cada permissão é explícita. Reduzir o acesso ao necessário é a primeira defesa — não há conta com poder irrestrito escondida no meio.
- Trilha de auditoria de tudo
- Cada operação sensível fica registrada com ator, hora e motivo, e o registro não se apaga. Mudança de papel, acesso a dado sensível, pagamento aprovado — tudo entra na trilha. Segurança que ninguém consegue verificar depois não é segurança.
- O dinheiro do condomínio
- Os serviços de pagamento são processados por instituições autorizadas pelo Banco Central do Brasil. A Sindy não retém recursos do condomínio como intermediária financeira — ela orquestra e registra as operações, sempre dentro do orçamento aprovado.
- Criptografia
- Os dados trafegam cifrados (TLS) entre o seu navegador e a Sindy, e ficam cifrados quando armazenados. Segredos de acesso são guardados com hashing, não em texto puro — mesmo quem opera a infraestrutura não lê a sua senha.
- Continuidade e backups
- A prestação de contas é contínua e os dados têm cópias de segurança periódicas, para que uma falha não vire perda. O objetivo é simples: o histórico do condomínio não se perde, aconteça o que acontecer com um servidor.
- Seus dados saem quando você quiser
- O histórico é exportável em formato aberto, em um clique, na entrada e na saída. Poder levar os próprios dados embora é parte da segurança: ninguém fica refém do sistema para não perder o que é do condomínio.
- Relatar uma vulnerabilidade
- Encontrou uma falha? Escreva para o contato abaixo com os detalhes. Levamos relatos de segurança a sério e respondemos — divulgação responsável é bem-vinda, não punida.